André Ventura : “Já somos a quarta força política no nosso país”

Mais do que os números da sondagem da Intercampus para o Correio da Manhã, Jornal Negócios e CMTV, André Ventura ficou orgulhoso de saber que cada vez mais portugueses estão ao seu lado neste combate por Portugal.

André Ventura, o homem que não tem papas na língua e “diz não” ao politicamente correcto.

CHEGA : “Já somos a 4° força política no nosso país”, disse André Ventura.

PS e BE perdem votos. O PS, partido no Governo, venceu as legislativas de 2019 com 36,4% dos 48% do povo que votou, na sondagem do ISCTE e ICS, diz que os socialistas perderam 3 pontos percentuais e ficariam pelos 33%.

Também o Bloco de Esquerda, terceira maior força política atual, perderia eleitores se houvesse eleições antecipadas e teria menos 0,5%, passando dos 9,5% de 2019 para os 9% desta sondagem.

André Ventura (Chega) ocupa a quarta posição entre os oito líderes, com 8,6% (sondagem da Intercampus).

André Ventura, não tem papas na língua, não é politicamente correcto e está-se pouco lixando para os Focus Group. Ele é Intuitivo, Assertivo e é contundente.

Sabe comunicar e Chega a todos, e não é elitista, como também não tem medo da verdade. Defende rigorosamente suas convicções.

Toca em todas as feridas do país sem receios, porque ele é determinado, teimoso, é genuíno e sabe liderar.
Eis o segredo de André que personifica o CHEGA.

Não é por acaso que todos (a oposição no parlamento) lhe têm medo. Com uma pessoa assim, no Parlamento, de facto, é assustador. Pior: ele abre as portas, caso seja bem sucedido, para que entre mais gente do mesmo calibre.

Solução ou  problema? Simples: vai ser o começo de uma oposição forte ao regime que nos desgovernou por mais de 45 anos.
É a semente que vai germinar e reproduzir-se de tal modo que vai provocar a médio prazo a implosão do sistema que criou políticas erráticas que conduziram à maior corrupção de que há memória neste país.
(Antonio J.)

2 Responses to André Ventura : “Já somos a quarta força política no nosso país”

  1. Wilson diz:

    Deixe-me apenas fazer um reparo.
    Na publicação fala que o PS ganhou com 36,4% de votos dos 48% que votaram.

    Da forma que os números estão a ser apresentados no artigo dá a entender o seguinte:

    Um rápido exercício de matemática (um exemplo para mostrar do que falo, não quer dizer que corresponda à realidade).

    Suponhamos que Portugal tem 10 milhões de eleitores.
    100% = 10M de eleitores
    48% = 4,8M de votos válidos (incluindo votos brancos e votos em nulo)

    Se dissermos que 52% da dos eleitores se absteve, que 36,4% dos eleitores votou no PS, sobraram então apenas 11,6% de votos para os restantes partidos, o que facilmente se pode verificar que essa informação está errada, porque se assim fosse, isso seria uma maioria absoluta ao PS (ganhava com mais de 75%, e não uma maioria relativa).

    • Team diz:

      O PS venceu sem maioria absoluta as eleições parlamentares, com 36,34% dos 48% de eleitores que votaram, ou seja, 108 deputados eleitos, quando todos os mandatos foram concedidos, incluindo os quatro círculos eleitorais da Europa e fora da Europa.

      Na realidade, a porcentagem de votos que o PS teve, foi metade do que aparece, o PS teve apenas 18% dos eleitores que votaram e o PSD 12% e o restante também a dividir por 2.

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