O Movimento MRB manda carta aberta ao Presidente Cavaco Silva

video – O Movimento Revolução Branca (MRB) é um Movimento cívico, o centro de união de indivíduos, de famílias e gerações, para consciencializar e mudar as condições políticas e sociais em Portugal, elevar a moralidade da sociedade portuguesa e do Estado que a representa.

O MRB mandou uma carta aberta ao Presidente CAVACO SILVA :

CARTA ABERTA ao PRESIDENTE da REPÚBLICA
NÃO FAÇA PARTE DO PROBLEMA MAS DA SOLUÇÃO, NOMEAÇÃO DE GOVERNO DE INICIATIVA PRESIDENCIAL

Ex. Mo. Sr. Presidente da República,
“País que faz sempre o mesmo percurso é um país que vê sempre, mas sempre, a mesma paisagem!”

O Movimento Revolução Branca EXIGE a V. Exa.

– Exonere o governo;
– Nomeie um governo de iniciativa presidencial, apartidário, chefiado por personalidade de reconhecido mérito, que reúnam amplo consenso na sociedade civil e e concertação social, com uma vontade clara de servir Portugal;

– O governo deverá ser nomeado para governar durante o período temporal remanescente da actual legislatura e que deverá lançar as bases de um novo sistema, para um novo regime, para um novo Paradigma, restaurando a soberania do País, e devolvendo a esperança aos Portugueses.

RELEMBRAMOS a V. Exa. os documentos que tem em sua posse:

O Movimento Revolução Branca a 15/10/2012 entregou a V. Exa., por mão própria, o documento “MANIFESTO dos 5 + n Cidadãos”. (MANIFESTOrefundarPORTUGAL.pdf)

O Movimento Revolução Branca a 10/04/2013 entregou a V. Exa., por mão própria, o documento ” DECLARAÇÃO CONTRA a INCOMPETÊNCIA, a IRRESPONSABILIDADE e o PROPÓSITO “. (DECLARACAO_EXIGENCIA.pdf)

Nos citados documentos, EXIGIMOS a exoneração do governo e a nomeação de governo de iniciativa presidencial.

RELEMBRAMOS AS VERDADES que motivaram a nossa EXIGÊNCIA:

Os Partidos Políticos são a face mais clara da total ineptidão para, por si só, apresentarem qualquer solução à catástrofe em que colocaram Portugal, com uma Assembleia da República e um Presidente que se limitam a assistir. Portugal não tem Rumo, não tem Lideres, não tem Decisores.

A classe política desistiu, há longos anos, dos Cidadãos, antes lutam entre si, exclusivamente, na procura do poder, pois é isso que lhes garante o acesso ao rendimento, visto por eles como infinito, dos portugueses.

Portugal está a padecer das CONSEQUÊNCIAS do caminho (passado e presente) de conduta permanente de má governação (irresponsabilidade, falta de transparência, coerência, eficácia e eficiência) orientada não para os fins públicos, mas para os mais obscuros interesses que raiam a corrupção.

“O que determinou cairmos no estado desesperado em que Portugal se encontra foi o facto da classe política que partilha, de forma controlada, o poder e a passividade de actuação das restantes forças políticas, representadas no parlamento, terem desenvolvido e centralizado todas as suas actuações, visando interesses obscuros privados e não o bem público, bem como da nação como seria suposto, constitucionalmente, fazerem.”

“Este foi o legado que esta classe política nos deixou, que nos fez retroceder décadas, um rasto inimaginável de degradação de um país, com taxas de suicídio superiores aos mortos em acidentes de viação, com milhares de famílias, que são o berço de qualquer nação, completamente desestruturadas pela emigração forçada, ou destruídas pelo desemprego, milhões de Cidadãos desempregados e outros tantos com empregos precários, além da servidão por dívidas das gerações presentes e futuras.”

As recentes demissões no actual Governo reforçam a nossa convicção.

Portugal não pode ficar refém, mais uma vez, dos jogos e dos interesses políticos partidários que em nada respeitam os anseios dos Portugueses.

Eventuais eleições antecipadas, por muito democrático que seja, não responde nem de longe nem de perto às necessidades do País.

Portugal não necessita de eleições que se limitarão a continuar a entregar o nosso destino a aparelhos partidários detidos por políticos, recheados de imberbes, incompetentes, incapazes, desqualificados e que se limitam a olhar para os seus interesses e daqueles que os sustentam.

Portugal não pode ir a eleições para continuarmos a ser governados pela mesma classe política de incompetentes e desqualificados que nos conduziu ao abismo.

Irmos a Eleições, neste momento social, político, económico e em plena assistência financeira, é obliterar, de forma historicamente imperdoável, todo o futuro de uma nação e durante décadas.


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